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Friday, 10 April 2009

Liberar_Portas_DSLINK_260E

Abra seu navegador e clique na aba de endereços e digite:
Em usuário e senha coloque ROOT em ambos-Vá em Admin, Commit e Reboot e selecione Reboot From Default Configuration e click em Reboot, aguarde mais ou menos 30 segundos-click em Bridging, depois click na lixeira da interface EOA para remove-la e de OK-vá em RFC 1483 e click na lixeira do campo action para rtemove-la e de OK-vá em WAN, ATM VC, click no lápis do campo Action, nele você colocará os valores VPI e VCI da operadora telefonica do seu estado (aqui no RS VPI 1 VCI 32) e click em submit-vá em PPP,click em ADD, em interface sec type coloque DMZ, em status coloque StartOnDate, em protocol coloque PPPoe, Use Dns coloque Enable, em Default route coloque enable, em Login name e Password coloque o seu login e senha do seu provedorexemplo: Login:fulano@brturbo.com.br, senha:123456, depois click em Submit-abra o prompt do ms-dos no windows e digite ipconfig/all e de enter, ele te dará todos os valores da máquina-Vá em Lan, DHCP SERVER, Add, em Start IP Addres e End IP Addres coloque os valores que você tem em Endereço IP na janela do ms-dos (geralmente é 192.168.1.3) em MAC Addres coloque o valor que você tem em Enderço Fisíco na janela do ms-dos, em Net Mask coloque o valor que você tem em Mascara de sub-rede (geralmente é 255.255.255.0) na janela do ms-dos, click em Submit, Close-Agora vamos liberar as portas-Vá em services, NAT, em NAT options selecione NAT rule entry e click em add, Em rule flavor coloque Bimap, em rule id coloque 2 em IF name coloque ppp-0, em local addres coloque o valor do endereço IP da janela do ms-dos (geralmente é 192.168.1.3) e click em submit-pronto o modem foi configurado e está pronto para navegar na net, mais antes tem que salvar a configuração vá em Admin, Commit e Reboot, e click em Commit.
Liberar portas para Torrent, Emule, Games on-line-vá em services, Nat, em Nat options coloque Nat rule entry, add, em rule flavor coloque RDR, em rule ID coloque 3, em if name coloque ALL, em protocol coloque ANY, em local addres from e local addres to coloque o valor do endereço IP (geralmente é 192.168.1.3), em Destination port from, Destination port to e local port coloque uma porta alta como 27015 (essa será a sua porta TCP) e clique em submit-agora a porta UDP, vá em services, Nat, em Nat options coloque Nat rule entry, add, em rule flavor coloque RDR, em rule ID coloque 4 , em if name coloque ALL, em protocol coloque ANY, em local addres from e local addres to coloque o valor do endereço IP (geralmente é 192.168.1.3), em Destination port from, Destination port to e local port coloque uma porta com quatro digitos como 27015 e click em submit-vá em Services IP filter, no final da página click em add, em rule ID coloque 400, em action coloque Accept, em direction coloque Outgoing, Interface coloque private, in Interface coloque DMZ, em Protocol coloque eq, e na janela ao lado coloque TCP, em DEST PORT coloque eq, em Any other port coloque o valor da porta TCP (27015) depois click em submit, você voltará para a página anterior,vá até o final da página e click em submit novamente-vá em Admin, Commit e Reboot, e click em Commit-Pronto o modem agora está com as portas TCP 27015, UDP 27015 liberadas, configure o seu programa de Torrent para utilizar a porta 32459, e o Emule para utilizar a porta TCP 27015 e UDP 27015, pronto caso você precise configurar mais alguma porta é só utilizar o mesmo processo que irá funcionar
http://www.orkut.com.br/CommMsgs.aspx?cmm=11079687&tid=2593264112628240852&kw=Liberar+portas+UDP+Dslink+260e
http://www.portforward.com/english/routers/port_forwarding/DSLink/260E/260Eindex.htm
http://www.dslink.com.br/menu_suporte_260e.asp

Liberar_Portas_DSLINK_260E

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http://www.orkut.com.br/CommMsgs.aspx?cmm=11079687&tid=2593264112628240852&kw=Liberar+portas+UDP+Dslink+260e
http://www.portforward.com/english/routers/port_forwarding/DSLink/260E/260Eindex.htm
http://www.dslink.com.br/menu_suporte_260e.asp

Tudo Sobre ADSL - Provedor - Internet - Dslam - Modulação - Autenticação

ADSL

Introdução:

Com o surgimento da Internet, um grande número de serviços e informações se tornou disponível para todas as pessoas com acesso a um computador e uma linha telefônica. Com o passar do tempo, o número de usuários se tornou cada vez maior. Com o aumento da demanda, a Internet não parou de crescer, tanto no número de usuários quanto na quantidade de informações disponíveis.
Como conseqüência da baixa velocidade e qualidade oferecidas pelas conexões discadas, utilizando modems comuns, e pelo problema de congestionamento na rede, principalmente em horários específicos, surgiu uma demanda cada vez maior por serviços de melhor qualidade. Com isso, começaram a ser desenvolvidas tecnologias que permitissem conexões de alta velocidade.
Inicialmente, foi desenvolvida uma linha dedicada, permitindo transmissões de alta velocidade (até 1,544 Mbps para envio ou recepção de dados), chamada de T1 nos Estados Unidos e E1 na Europa. O grande obstáculo para a popularização desta tecnologia foi a necessidade de modificações na infra-estrutura, pois as linhas são dedicadas, ou seja,exigem a instalação de novos cabos, exclusivamente para este serviço.
As linhas DSL (Digital Subscriber Line) surgiram com o objetivo de oferecer conexões de alta velocidade a um baixo custo, pois utilizam a mesma infra-estrutura já instalada em todas as casas e escritórios: o sistema POTS (Plain Old Telephone Service), ou seja, as linhas de cobre utilizadas nos telefones comuns (par trançado).
Várias tecnologias DSL foram desenvolvidas com o tempo, cada uma oferecendo vantagens e desvantagens em relação às demais. Os vários tipos de DSL foram desenvolvidos para atender às necessidades de cada usuário, de acordo com as diferentes características oferecidas por cada tipo.
Características
Como os usuários de banda larga possuem diferentes necessidades e recursos financeiros, foram desenvolvidos diferentes tipos de DSL. Algumas características desta tecnologia são específicas para determinado tipo de DSL, mas as principais são comuns a todos.
A principal característica da tecnologia DSL é o fato de aproveitar os pares trançados de fios de cobre que são utilizados pelos telefones comuns (POTS). Assim, a instalação fica bastante simplificada e barata.
Outra característica importante é o fato de manter o computador sempre conectado. Apesar de isto ser uma vantagem, por não haver a necessidade de fazer um pedido de conexão e esperar uma resposta do provedor, isto torna o computador mais vulnerável a ataques, mesmo que o usuário não esteja recebendo ou enviando dados. Por isso, é recomendado o uso de um firewall.
As linhas DSL permitem o uso simultâneo da linha para dados e voz, ou seja, é possível utilizar a conexão via DSL no computador enquanto se usa o telefone normalmente.
Cada tipo de linha DSL oferece diferentes velocidades, que variam de taxas em torno de 64 kbps até taxas da ordem de 50 Mbps. A velocidade máxima de transferência de dados nas linhas DSL varia de acordo com vários fatores. Existem vários tipos de DSL, cada um utilizando tecnologias diferentes e tipos de modulação e codificação diferentes. Alguns tipos são simétricos, ou seja, oferecem a mesma velocidade para envio e recepção de dados, e outros tipos são assimétricos, com a velocidade de recepção de dados maior que a de envio de dados. Além disso, existem outros fatores que influem sensivelmente no desempenho do sistema, como o equipamento usado, a qualidade e espessura dos cabos e, principalmente, a distância entre o usuário e a central que oferece o serviço. Conforme a distância aumenta, a qualidade do sinal diminui, e, conseqüentemente, a velocidade de conexão também diminui. Por isso, os serviços DSL são limitados a uma distância máxima entre usuário e central, pois, a distâncias acima do limite, a qualidade do serviço fica sensivelmente prejudicada.À primeira vista, pode parecer estranho o fato de a tecnologia DSL ser sensível a distância, pois este fato não ocorre nas chamadas de voz e nas conexões discadas. Isso é conseqüência do uso de um dispositivo chamado loading coil nas centrais telefônicas. Este dispositivo é um indutor que, ligado em série com a linha telefônica, compensa a capacitância da linha, funcionando, assim, como um amplificador para os sinais de voz, até aproximadamente 3,4 kHz. Como nas conexões DSL são utilizadas freqüências muito mais altas, este dispositivo é incompatível com as conexões DSL.
Um outro problema que prejudica as conexões DSL é a interferência entre canais (crosstalk). Este efeito pode ocorrer em chamadas de voz. Quando isso acontece, é possível escutar outra conversa no fundo.
O efeito crosstalk pode ser de dois tipos: near-end crosstalk (NEXT) e far-end crosstalk (FEXT). O efeito NEXT ocorre quando um fio está transmitindo um sinal e outro fio próximo, através de um casamento indutivo e capacitivo, recebe este sinal. O efeito FEXT é semelhante, mas o fio que capta o sinal está próximo do receptor, e não do transmissor.
Equipamento
A instalação de uma linha DSL requer o uso de dois equipamentos específicos:
um transceiver, na casa ou escritório do usuário, e um DSLAM (DSL Access Multiplexer), na central.O transceiver, também chamado de modem DSL, é usado para conectar o computador à linha DSL. A conexão pode ser feita através de USB ou Ethernet. Quando se deseja compartilhar a conexão em uma rede, o transceiver pode combinar switches,roteadores ou outros equipamentos de rede. Além disso, o transceiver é ligado a um POTS splitter, que é o equipamento responsável por separar os sinais de voz e dados. O POTS splitter basicamente utiliza um filtro passa-altas para separar os dados, que serão enviados para o computador, e um filtro passa-baixas, que separa o sinal de voz, enviado para os telefones.
O DSLAM, instalado na central que fornece os serviços DSL, recebe as conexões DSL de vários usuários. As conexões são agregadas numa única conexão de alta velocidade, e podem ser diferentes tecnologias, com diferentes velocidades, utilizando diferentes protocolos e modulações. Isso é possível porque este equipamento oferece uma conexão dedicada a cada usuário, ou seja, se o número de usuários ligados no mesmo DSLAM aumentar, o desempenho não irá diminuir - a não ser que o número de usuários sature a conexão. Neste caso, a instalação de um novo DSLAM resolveria o problema.
A figura abaixo mostra uma ligação entre o usuário e a central. A linha que chega na casa do usuário é ligada aos telefones, aparelhos de fax ou qualquer outro aparelho que use a linha telefônica, através de filtros passa-baixas. Essa mesma linha é ligada ao computador através do modem DSL. Na central, o DSLAM conecta-se ao provedor (ISP - Internet Service Provider) e a switches ou outros equipamentos de rede, que conectam a linha à rede pública de telefonia (PSTN - Public Switched Telephone Network).
Tipos de DSL
A tecnologia desenvolvida para as linhas DSL possui muitas variações para atender a cada usuário com diferentes necessidades. Um usuário comum não necessita de velocidades muito altas, e, em geral, necessita de mais banda para download que para upload. Já um escritório de uma empresa necessita de velocidades mais altas, e pode requerer tanta banda para upload quanto para download. Assim, cada tipo de DSL atende às necessidades e às condições financeiras de cada usuário.
HDSL
ADSL
G.Lite (ADSL Lite)
VDSL
RADSL
SDSL
HDSL - High bit-rate Digital Subscriber Line
O HDSL foi a primeira tecnologia DSL a ser desenvolvida, no final da década de 80, como alternativa às linhas T1 (E1 na Europa). Estas linhas, apesar de oferecerem uma velocidade satisfatória (1,544 Mbps), exigem linhas dedicadas. A tecnologia HDSL oferece a mesma velocidade de transferência e aproveita a infra-estrutura utilizada pelos telefones comuns.Outra vantagem da tecnologia HDSL é que ela permite transmissões full-duplex, ou seja, transmissão nos dois sentidos simultaneamente, enquanto que a tecnologia T1 é half-duplex, ou seja, só permite transmissões em um sentido de cada vez. As linhas HDSL oferecem taxas de transferência de 1,544 Mbps para transmissões half-duplex e 784 kbps em cada sentido para transmissões full-duplex
A transmissão full-duplex é possível devido ao uso de uma técnica chamada de cancelamento de eco, que permite a transferência de sinais nos dois sentidos simultaneamente e na mesma freqüência. Os sinais são em baixa freqüência por utilizarem menor banda para a transmissão de dados.
As principais desvantagens da tecnologia HDSL são o fato de exigir o uso de duas linhas e não permitir o uso do telefone enquanto se transferem dados, pois ambos utilizam a mesma faixa de freqüências da banda.
A tecnologia HDSL, por ser mais antiga, utiliza uma codificação de linha bastante simples, chamada de 2B1Q. Nesta técnica, são definidos quatro níveis de tensão, que são representados por dois bits, como visto na figura abaixo. Esta técnica de codificação tem como principal vantagem a simplicidade de implementação, mas não utiliza a banda com tanta eficiência quanto outras técnicas aplicadas nas demais tecnologias DSL.
Os usuários de linhas HDSL devem estar a uma distância máxima de aproximadamente 3650 m da central para o bom funcionamento da linha. Esta limitação é uma desvantagem em relação a outros tipos de DSL, que aceitam distâncias maiores.
Assim, a tecnologia HDSL, apesar de algumas desvantagens, é bastante simples de instalar e oferece uma boa velocidade de transferência de dados.


ADSL - Asymmetric Digital Subscriber Line
A tecnologia ADSL foi desenvolvida principalmente para usuários residenciais.
Uma pessoa que se conecta à Internet, em geral, recebe uma quantidade de dados muito maior que envia, ou seja, utiliza downloads muito mais que uploads. Com base nisso, foi desenvolvido um tipo de DSL que é assimétrico, ou seja, as taxas de transferência para download e upload são diferentes, pois é utilizada uma banda muito maior para download.
Assim, quando o usuário envia dados, não se tem uma velocidade muito alta - apesar disso, ainda é maior que uma conexão discada - mas quando recebe dados, a velocidade é aproximadamente 10 vezes maior.
A principal vantagem das linhas ADSL é que o telefone pode ser utilizado simultaneamente com a transferência de dados, pois a voz e os dados utilizam diferentes faixas de freqüência.
A voz utiliza freqüências de até, aproximadamente, 3,4 kHz. Apesar disto, o par trançado de fios de cobre utilizado pelos telefones comuns possui uma banda de até 1,5 MHz - este limite varia de acordo com as condições da linha, como o ruído e a distância até a central. Assim, os dados podem utilizar freqüências acima de 4 kHz sem interferir na voz.
Para separar os sinais, são utilizados filtros seletivos.
Para permitir que uma linha transfira dados e voz simultaneamente, é necessário dividir o sinal em faixas de freqüência, de forma que os sinais não se misturem. Existem hoje dois sistemas de modulação, incompatíveis, que tentam se tornar o padrão para as linhas ADSL: CAP (Carrierless Amplitude/Phase) e DMT (Discrete Multitone).
A modulação CAP, usada nas primeiras linhas ADSL, divide a banda na linha telefônica em três canais. O primeiro, que ocupa a faixa até 4 kHz, é exclusivo para voz. O segundo é exclusivo para envio de dados do usuário para o servidor (upload), e vai de 25 a 160 kHz. Já o terceiro canal, exclusivo para recepção de dados pelo usuário (download), começa em 240 kHz e vai até, no máximo, 1,5 Mhz. Como os três canais são bem definidos e espaçados entre si, reduz-se a probabilidade de interferência entre canais.
O sistema DMT, que é hoje o padrão oficial ANSI, também divide os sinais em canais, mas não usa dois canais de banda larga para upload e download. O sistema DMT divide a banda em 247 canais de 4 kHz, cada um utilizando modulação QAM em uma portadora separada. As freqüências das portadoras são múltiplos de uma freqüência básica.Cada canal é monitorado, e, se a qualidade do canal atualmente usado estiver muito baixa, o sinal é deslocado para outro canal. O sistema fica constantemente deslocando os sinais para os canais que estão com melhor qualidade, tanto na transmissão quanto na recepção de dados. Este sistema é claramente mais complexo que o anterior, mas apresenta uma flexibilidade muito maior.
Separação dos canais na modulação DMT.
Uma das principais desvantagens da tecnologia ADSL é o fato de exigir o uso do POTS splitter. Sem este equipamento, o som poderá conter ruído, pois os dados também serão enviados para o telefone. A necessidade de uso desse equipamento para cada telefone encarece a instalação das linhas ADSL.
As linhas ADSL permitem velocidades de download de até 8 Mbps e upload de até 800 kbps, a distâncias de até 2750 m da central. A instalação é permitida a até 5500 m da central, mas, neste caso, as velocidades caem para 1,544 Mbps (download) e 16 kbps (upload).


G.Lite (ADSL Lite) - Splitterless Digital Subscriber Line
As linhas ADSL possuem como principal problema a necessidade de instalação de um POTS splitter para separar os sinais de voz e dados, que são enviados para o telefone e para o computador, respectivamente. A tecnologia G.Lite foi desenvolvida baseada em ADSL, visando principalmente os usuários residenciais.
A principal característica da tecnologia G.Lite que elimina a necessidade do uso de POTS splitters é o fato de oferecer velocidades mais baixas que o ADSL - 1,544 Mbps para downloads e 512 kpbs para uploads. Com uma menor taxa de transferência, há maior tolerância a ruído. Por isso, não é necessário separar os sinais de voz e dados na casa do usuário - isto é feito na própria central -, e a instalação do sistema torna-se mais simples e barata. A modulação utilizada nestas linhas é a DMT.
Apesar de a velocidade nas linhas G.Lite ser mais baixa que nas linhas ADSL, a diferença não é tão perceptível, pois os congestionamentos na Internet limitam a velocidade de transferência, impedindo, muitas das vezes, que a velocidade máxima permitida seja alcançada. Por isso, a tecnologia G.Lite é uma boa opção para usuários residenciais que desejam uma conexão de banda larga, mas sem exigir velocidades altíssimas, a um custo relativamente baixo. A distância máxima recomendada para instalação é a 5500 m da central.
VDSL - Very high bit-rate Digital Subscriber Line
As linhas ADSL dominam a preferência dos usuários de banda larga, juntamente com o cable modem, principalmente entre usuários residenciais, mas alguns usuários necessitam de velocidades ainda mais altas. Por isso, foi desenvolvida a tecnologia VDSL, também assimétrica, que utiliza uma banda muito larga e oferece velocidades altíssimas, que podem chegar a 52 Mbps para download e 16 Mbps para upload.
A diferença que permite que as linhas VDSL alcancem velocidades tão altas é o uso de fibras óticas. Estas fibras permitem que os dados trafeguem a velocidades muito mais altas que nos pares trançados utilizados pelo telefone e por outras tecnologias DSL.
Como as fibras óticas ainda não cobrem toda a área coberta pelos pares trançados, nem todos os usuários são capazes de utilizar esta tecnologia. Além disso, a distância máxima permitida entre usuário e central é de aproximadamente 1200 m, ou seja, muito menor que os outros tipos de DSL.
Assim como no caso do ADSL, existe uma disputa entre os sistemas CAP e DMT para se tornar o padrão de modulação da tecnologia VDSL. Duas parcerias foram formadas entre grandes empresas de telecomunicações, cada uma defendendo um padrão. A VDSL Alliance, formada por Alcatel e Texas Instruments, entre outros, defende o padrão DMT, e a VDSL Coalition, liderada por Lucent e Broadcom, defende o padrão CAP.
A tecnologia VDSL, muito recente, ainda está em desenvolvimento. O desempenho alcançado ainda está muito aquém do esperado, mas no futuro, espera-se que seja possível alcançar na prática as velocidades são esperadas na teoria.
RADSL - Rate Adaptative Digital Subscriber Line
A tecnologia RADSL, muito semelhante à ADSL, é adaptativa, ou seja, o modem ajusta automaticamente a velocidade de conexão de acordo com a qualidade da linha e a distância em relação à central. Se a distância é muito grande, a taxa de bits é reduzida. Esta tecnologia é útil principalmente quando a distância em relação à central é muito grande, pois muitas tecnologias DSL são limitadas a curtas distâncias. A técnica de modulação utilizada é CAP.
O ajuste de velocidade é feito como mostrado na figura abaixo. A banda de freqüências até 4 kHz é reservada para voz. A banda acima deste valor é dividida entre download e upload, como no ADSL, mas o limite entre estas bandas é variável. Conforme as condições da linha variam, o limite superior da banda de upload é deslocado - e, com isso, é também deslocado o limite inferior da banda de download. Quando maior a banda de upload, menor a de download, e vice-versa.
As velocidades oferecidas vão de 640 kbps a 2,2 Mbps para download e de 272 kbps a 1,088 Mbps para upload. O limite de distância até a central é de 5500 m.

SDSL - Symmetric Digital Subscriber Line
Esta tecnologia é voltada principalmente para escritórios e pequenas empresas que têm necessidade de realizar uploads tanto quanto downloads. Assim, as taxas de transferência para downloads e uploads são iguais - no máximo 2,3 Mbps.
A tecnologia SDSL é bastante semelhante à HDSL. A principal diferença é o fato de utilizar apenas uma linha telefônica. Além disso, a distância máxima entre usuário e central suportada por esta tecnologia é de 6700 m, ou seja, quase o dobro do HDSL. A principal desvantagem desta tecnologia é o fato de não permitir o uso do telefone na mesma linha, o que também acontece no HDSL. Esta é a principal característica pela qual esta tecnologia não é muito utilizada em residências.
Outros tipos de DSL
As tecnologias apresentadas anteriormente são os tipos de DSL mais comuns.
Muitas outras variantes foram desenvolvidas, a maioria obtendo pouco sucesso. Algumas já estão ultrapassadas e não são mais desenvolvidas hoje, outras são proprietárias, mas todas são pouco utilizadas. Entre estas tecnologias, temos:
IDSL - ISDN Digital Subscriber Line
HDSL2 - High bit-rate Digital Subscriber Line
G.SHDSL - Generalized High bit-rate Digital Subscriber Line
VoDSL - Voice-over Digital Subscriber Line
CDSL - Consumer Digital Subscriber Line
CiDSL - Consumer-installable Digital Subscriber Line
IDSL - ISDN Digital Subscriber Line
Esta tecnologia é bastante similar às linhas ISDN. A codificação de linha utilizada é 2B1Q, a mesma aplicada nas linhas HDSL. A velocidade máxima oferecida é de 144 kbps, a até 5500 m da central. A principal vantagem é permitir o uso do mesmo adaptador utilizado nas linhas ISDN.
HDSL2 - High bit-rate Digital Subscriber Line
O HDSL2 foi desenvolvido para oferecer a mesma velocidade de transferência de dados do HDSL (1,544 Mbps), mas utilizando uma única linha. Apesar disto, esta tecnologia é muito pouco utilizada.
G.SHDSL - Generalized High bit-rate Digital Subscriber Line
Esta tecnologia, bastante recente, oferece um desempenho muito melhor que as tecnologias DSL simétricas mais antigas. Estas linhas causam muito menos interferência crosstalk. A taxa de transferência de dados varia entre 192 kbps e 2,3 Mbps. Esta tecnologia exige o uso de apenas uma linha, mas para um melhor desempenho, pode-se usar duas linhas, aumentando, assim, a distância máxima suportada.
A principal desvantagem é o fato de não permitir o uso simultâneo do telefone. O principal alvo desta tecnologia são as empresas.
VoDSL - Voice-over Digital Subscriber Line
VoDSL é uma tecnologia baseada em vários padrões, que visa o suporte de voz e dados no mesmo circuito DSL. A idéia básica é suportar múltiplas chamadas de voz enquanto simultaneamente suporta uma conexão digital de alta velocidade. Todas as transmissões são totalmente digitais.
Uma instalação VoDSL tipicamente suporta de 16 a 24 chamadas de voz simultâneas sobre um link SDSL a 1,544 Mbps. A banda disponível para a conexão com o computador varia de acordo com o número de chamadas efetuadas no momento, pois cada uma ocupa uma parcela da banda.
CDSL - Consumer Digital Subscriber Line
Esta tecnologia é proprietária, desenvolvida pela Rockwell International. As velocidades oferecidas são menores que o ADSL - até 1 Mbps para download, mas, assim como na tecnologia G.Lite, não é necessário separar os sinais de dados e voz. A distância máxima permitida é a 5500 m da central.
CiDSL - Consumer-installable Digital Subscriber Line
Esta é outra tecnologia proprietária, desenvolvida pela Globespan Technologies Inc. A principal vantagem é o fato de não exigir a separação dos sinais de dados e voz.

Comparação entre tecnologias DSL
A tabela abaixo traz uma comparação entre as principais tecnologias DSL apresentadas. A tabela mostra o número de linhas necessárias, as taxas de transferência de dados para download e upload, a distância máxima até a central a as aplicações típicas para cada tipo de linha DSL.
Conclusão
A tecnologia DSL foi desenvolvida com o objetivo de oferecer conexões de alta velocidade aos usuários insatisfeitos com a baixa velocidade das conexões discadas.
Os vários tipos de DSL vêm oferecer conexões de banda larga com características variadas, que vão das velocidades oferecidas para download e upload e da distância máxima permitida entre a instalação e a central até o equipamento e o tipo de cabo utilizado (podem ser pares trançados de cobre ou fibras óticas), além dos custos de instalação.
Assim, o usuário pode escolher a tecnologia que for mais adequada não só às suas necessidades, mas também às suas condições financeiras.
No Brasil, a tecnologia DSL está em crescimento, e o preço (tanto da instalação quanto a mensalidade) cai constantemente, permitindo que cada vez mais pessoas tenham acesso à banda larga. O número de provedores que oferece este serviço é bem grande, destacando-se Velox, Terra e UOL no Rio de Janeiro, e Speedy e Telefônica em São Paulo.16
Perguntas
1) Que característica da tecnologia DSL torna a instalação mais simples e barata em relação a outras tecnologias de banda larga?
R: O fato de utilizar a mesma estrutura do sistema telefônico, isto é, o fato de utilizar o par trançado de cobre do telefone.
2) Por que existem tantos tipos de DSL, com diferentes características?
R: Porque cada usuário tem necessidades e recursos diferentes. Um usuário residencial, por exemplo, não é capaz, em geral, de pagar uma linha VDSL, mas não necessita de uma velocidade tão alta.
3) Como a tecnologia DSL permite a transmissão simultânea de voz e dados pela mesma linha?
R: Através da divisão da banda em 3 canais: um para voz, um para envio de dados e outro para recepção de dados. Desta forma, os 3 sinais não interferem entre si.
4) Como é feita a conexão entre o computador do usuário e a central?
R: No computador do usuário deve ser instalado um transceiver, ou modem DSL, que recebe os sinais de voz e dados e separa-os. Na central é instalado um DSLAM (DSL Access Multiplexer), que recebe as conexões dos usuários, oferecendo uma conexão dedicada a cada um.
5) Que característica do ADSL torna esta tecnologia mais adequada para usuários residenciais?
R: O fato de ser uma tecnologia assimétrica, pois tem uma banda para recepção de dados (download) muito maior que a banda de envio de dados (upload), baseada no fato de que os usuários residenciais, em geral, recebem muito mais dados do que enviam.



Bibliografia
TANENBAUM, Andrew S. Computer Networks, 3a edição.
HAYKIN, Simon. Communication Systems, 4a edição.
http://www.gta.ufrj.br/grad/02_2/xdsl/
http://www.gta.ufrj.br/grad/02_1/adsl/
http://www.gta.ufrj.br/grad/00_2/_dsl/index.html
http://www.xdsl.com/
http://www.schottcorp.com/news/technical_papers/xDSL%20Tutorial.pdf
http://computer.howstuffworks.com/dsl.htm
http://computer.howstuffworks.com/vdsl.htm
http://whatis.techtarget.com/definition/0,289893,sid9_gci213915,00.html
http://www.orckit.com/asp/sub.asp?sec=128&sub=626
http://www.everythingDSL.com/whatis/
http://www.cisco.com/univercd/cc/td/doc/cisintwk/ito_doc/adsl.htm
http://www.faqs.org/faqs/datacomm/xdsl-faq/index.html
http://www.iec.org/online/tutorials/vdsl/
http://www.iec.org/online/tutorials/adsl/
http://www.iec.org/online/tutorials/dsl_atm/
http://www.iec.org/online/tutorials/dslam/
http://www.zdsl.com/dsl/DSL_T01.pdf
http://www.gustavop.hpg.ig.com.br/artigos/dsl.htm
http://www.iaxs.net/dsl/dsl_faq.html

http://www.csam.iit.edu/~cs548/RedzicPPT.ppt

Tudo Sobre ADSL - Provedor - Internet - Dslam - Modulação - Autenticação

ADSL

Introdução:

Com o surgimento da Internet, um grande número de serviços e informações se tornou disponível para todas as pessoas com acesso a um computador e uma linha telefônica. Com o passar do tempo, o número de usuários se tornou cada vez maior. Com o aumento da demanda, a Internet não parou de crescer, tanto no número de usuários quanto na quantidade de informações disponíveis.
Como conseqüência da baixa velocidade e qualidade oferecidas pelas conexões discadas, utilizando modems comuns, e pelo problema de congestionamento na rede, principalmente em horários específicos, surgiu uma demanda cada vez maior por serviços de melhor qualidade. Com isso, começaram a ser desenvolvidas tecnologias que permitissem conexões de alta velocidade.
Inicialmente, foi desenvolvida uma linha dedicada, permitindo transmissões de alta velocidade (até 1,544 Mbps para envio ou recepção de dados), chamada de T1 nos Estados Unidos e E1 na Europa. O grande obstáculo para a popularização desta tecnologia foi a necessidade de modificações na infra-estrutura, pois as linhas são dedicadas, ou seja,exigem a instalação de novos cabos, exclusivamente para este serviço.
As linhas DSL (Digital Subscriber Line) surgiram com o objetivo de oferecer conexões de alta velocidade a um baixo custo, pois utilizam a mesma infra-estrutura já instalada em todas as casas e escritórios: o sistema POTS (Plain Old Telephone Service), ou seja, as linhas de cobre utilizadas nos telefones comuns (par trançado).
Várias tecnologias DSL foram desenvolvidas com o tempo, cada uma oferecendo vantagens e desvantagens em relação às demais. Os vários tipos de DSL foram desenvolvidos para atender às necessidades de cada usuário, de acordo com as diferentes características oferecidas por cada tipo.
Características
Como os usuários de banda larga possuem diferentes necessidades e recursos financeiros, foram desenvolvidos diferentes tipos de DSL. Algumas características desta tecnologia são específicas para determinado tipo de DSL, mas as principais são comuns a todos.
A principal característica da tecnologia DSL é o fato de aproveitar os pares trançados de fios de cobre que são utilizados pelos telefones comuns (POTS). Assim, a instalação fica bastante simplificada e barata.
Outra característica importante é o fato de manter o computador sempre conectado. Apesar de isto ser uma vantagem, por não haver a necessidade de fazer um pedido de conexão e esperar uma resposta do provedor, isto torna o computador mais vulnerável a ataques, mesmo que o usuário não esteja recebendo ou enviando dados. Por isso, é recomendado o uso de um firewall.
As linhas DSL permitem o uso simultâneo da linha para dados e voz, ou seja, é possível utilizar a conexão via DSL no computador enquanto se usa o telefone normalmente.
Cada tipo de linha DSL oferece diferentes velocidades, que variam de taxas em torno de 64 kbps até taxas da ordem de 50 Mbps. A velocidade máxima de transferência de dados nas linhas DSL varia de acordo com vários fatores. Existem vários tipos de DSL, cada um utilizando tecnologias diferentes e tipos de modulação e codificação diferentes. Alguns tipos são simétricos, ou seja, oferecem a mesma velocidade para envio e recepção de dados, e outros tipos são assimétricos, com a velocidade de recepção de dados maior que a de envio de dados. Além disso, existem outros fatores que influem sensivelmente no desempenho do sistema, como o equipamento usado, a qualidade e espessura dos cabos e, principalmente, a distância entre o usuário e a central que oferece o serviço. Conforme a distância aumenta, a qualidade do sinal diminui, e, conseqüentemente, a velocidade de conexão também diminui. Por isso, os serviços DSL são limitados a uma distância máxima entre usuário e central, pois, a distâncias acima do limite, a qualidade do serviço fica sensivelmente prejudicada.À primeira vista, pode parecer estranho o fato de a tecnologia DSL ser sensível a distância, pois este fato não ocorre nas chamadas de voz e nas conexões discadas. Isso é conseqüência do uso de um dispositivo chamado loading coil nas centrais telefônicas. Este dispositivo é um indutor que, ligado em série com a linha telefônica, compensa a capacitância da linha, funcionando, assim, como um amplificador para os sinais de voz, até aproximadamente 3,4 kHz. Como nas conexões DSL são utilizadas freqüências muito mais altas, este dispositivo é incompatível com as conexões DSL.
Um outro problema que prejudica as conexões DSL é a interferência entre canais (crosstalk). Este efeito pode ocorrer em chamadas de voz. Quando isso acontece, é possível escutar outra conversa no fundo.
O efeito crosstalk pode ser de dois tipos: near-end crosstalk (NEXT) e far-end crosstalk (FEXT). O efeito NEXT ocorre quando um fio está transmitindo um sinal e outro fio próximo, através de um casamento indutivo e capacitivo, recebe este sinal. O efeito FEXT é semelhante, mas o fio que capta o sinal está próximo do receptor, e não do transmissor.
Equipamento
A instalação de uma linha DSL requer o uso de dois equipamentos específicos:
um transceiver, na casa ou escritório do usuário, e um DSLAM (DSL Access Multiplexer), na central.O transceiver, também chamado de modem DSL, é usado para conectar o computador à linha DSL. A conexão pode ser feita através de USB ou Ethernet. Quando se deseja compartilhar a conexão em uma rede, o transceiver pode combinar switches,roteadores ou outros equipamentos de rede. Além disso, o transceiver é ligado a um POTS splitter, que é o equipamento responsável por separar os sinais de voz e dados. O POTS splitter basicamente utiliza um filtro passa-altas para separar os dados, que serão enviados para o computador, e um filtro passa-baixas, que separa o sinal de voz, enviado para os telefones.
O DSLAM, instalado na central que fornece os serviços DSL, recebe as conexões DSL de vários usuários. As conexões são agregadas numa única conexão de alta velocidade, e podem ser diferentes tecnologias, com diferentes velocidades, utilizando diferentes protocolos e modulações. Isso é possível porque este equipamento oferece uma conexão dedicada a cada usuário, ou seja, se o número de usuários ligados no mesmo DSLAM aumentar, o desempenho não irá diminuir - a não ser que o número de usuários sature a conexão. Neste caso, a instalação de um novo DSLAM resolveria o problema.
A figura abaixo mostra uma ligação entre o usuário e a central. A linha que chega na casa do usuário é ligada aos telefones, aparelhos de fax ou qualquer outro aparelho que use a linha telefônica, através de filtros passa-baixas. Essa mesma linha é ligada ao computador através do modem DSL. Na central, o DSLAM conecta-se ao provedor (ISP - Internet Service Provider) e a switches ou outros equipamentos de rede, que conectam a linha à rede pública de telefonia (PSTN - Public Switched Telephone Network).
Tipos de DSL
A tecnologia desenvolvida para as linhas DSL possui muitas variações para atender a cada usuário com diferentes necessidades. Um usuário comum não necessita de velocidades muito altas, e, em geral, necessita de mais banda para download que para upload. Já um escritório de uma empresa necessita de velocidades mais altas, e pode requerer tanta banda para upload quanto para download. Assim, cada tipo de DSL atende às necessidades e às condições financeiras de cada usuário.
HDSL
ADSL
G.Lite (ADSL Lite)
VDSL
RADSL
SDSL
HDSL - High bit-rate Digital Subscriber Line
O HDSL foi a primeira tecnologia DSL a ser desenvolvida, no final da década de 80, como alternativa às linhas T1 (E1 na Europa). Estas linhas, apesar de oferecerem uma velocidade satisfatória (1,544 Mbps), exigem linhas dedicadas. A tecnologia HDSL oferece a mesma velocidade de transferência e aproveita a infra-estrutura utilizada pelos telefones comuns.Outra vantagem da tecnologia HDSL é que ela permite transmissões full-duplex, ou seja, transmissão nos dois sentidos simultaneamente, enquanto que a tecnologia T1 é half-duplex, ou seja, só permite transmissões em um sentido de cada vez. As linhas HDSL oferecem taxas de transferência de 1,544 Mbps para transmissões half-duplex e 784 kbps em cada sentido para transmissões full-duplex
A transmissão full-duplex é possível devido ao uso de uma técnica chamada de cancelamento de eco, que permite a transferência de sinais nos dois sentidos simultaneamente e na mesma freqüência. Os sinais são em baixa freqüência por utilizarem menor banda para a transmissão de dados.
As principais desvantagens da tecnologia HDSL são o fato de exigir o uso de duas linhas e não permitir o uso do telefone enquanto se transferem dados, pois ambos utilizam a mesma faixa de freqüências da banda.
A tecnologia HDSL, por ser mais antiga, utiliza uma codificação de linha bastante simples, chamada de 2B1Q. Nesta técnica, são definidos quatro níveis de tensão, que são representados por dois bits, como visto na figura abaixo. Esta técnica de codificação tem como principal vantagem a simplicidade de implementação, mas não utiliza a banda com tanta eficiência quanto outras técnicas aplicadas nas demais tecnologias DSL.
Os usuários de linhas HDSL devem estar a uma distância máxima de aproximadamente 3650 m da central para o bom funcionamento da linha. Esta limitação é uma desvantagem em relação a outros tipos de DSL, que aceitam distâncias maiores.
Assim, a tecnologia HDSL, apesar de algumas desvantagens, é bastante simples de instalar e oferece uma boa velocidade de transferência de dados.


ADSL - Asymmetric Digital Subscriber Line
A tecnologia ADSL foi desenvolvida principalmente para usuários residenciais.
Uma pessoa que se conecta à Internet, em geral, recebe uma quantidade de dados muito maior que envia, ou seja, utiliza downloads muito mais que uploads. Com base nisso, foi desenvolvido um tipo de DSL que é assimétrico, ou seja, as taxas de transferência para download e upload são diferentes, pois é utilizada uma banda muito maior para download.
Assim, quando o usuário envia dados, não se tem uma velocidade muito alta - apesar disso, ainda é maior que uma conexão discada - mas quando recebe dados, a velocidade é aproximadamente 10 vezes maior.
A principal vantagem das linhas ADSL é que o telefone pode ser utilizado simultaneamente com a transferência de dados, pois a voz e os dados utilizam diferentes faixas de freqüência.
A voz utiliza freqüências de até, aproximadamente, 3,4 kHz. Apesar disto, o par trançado de fios de cobre utilizado pelos telefones comuns possui uma banda de até 1,5 MHz - este limite varia de acordo com as condições da linha, como o ruído e a distância até a central. Assim, os dados podem utilizar freqüências acima de 4 kHz sem interferir na voz.
Para separar os sinais, são utilizados filtros seletivos.
Para permitir que uma linha transfira dados e voz simultaneamente, é necessário dividir o sinal em faixas de freqüência, de forma que os sinais não se misturem. Existem hoje dois sistemas de modulação, incompatíveis, que tentam se tornar o padrão para as linhas ADSL: CAP (Carrierless Amplitude/Phase) e DMT (Discrete Multitone).
A modulação CAP, usada nas primeiras linhas ADSL, divide a banda na linha telefônica em três canais. O primeiro, que ocupa a faixa até 4 kHz, é exclusivo para voz. O segundo é exclusivo para envio de dados do usuário para o servidor (upload), e vai de 25 a 160 kHz. Já o terceiro canal, exclusivo para recepção de dados pelo usuário (download), começa em 240 kHz e vai até, no máximo, 1,5 Mhz. Como os três canais são bem definidos e espaçados entre si, reduz-se a probabilidade de interferência entre canais.
O sistema DMT, que é hoje o padrão oficial ANSI, também divide os sinais em canais, mas não usa dois canais de banda larga para upload e download. O sistema DMT divide a banda em 247 canais de 4 kHz, cada um utilizando modulação QAM em uma portadora separada. As freqüências das portadoras são múltiplos de uma freqüência básica.Cada canal é monitorado, e, se a qualidade do canal atualmente usado estiver muito baixa, o sinal é deslocado para outro canal. O sistema fica constantemente deslocando os sinais para os canais que estão com melhor qualidade, tanto na transmissão quanto na recepção de dados. Este sistema é claramente mais complexo que o anterior, mas apresenta uma flexibilidade muito maior.
Separação dos canais na modulação DMT.
Uma das principais desvantagens da tecnologia ADSL é o fato de exigir o uso do POTS splitter. Sem este equipamento, o som poderá conter ruído, pois os dados também serão enviados para o telefone. A necessidade de uso desse equipamento para cada telefone encarece a instalação das linhas ADSL.
As linhas ADSL permitem velocidades de download de até 8 Mbps e upload de até 800 kbps, a distâncias de até 2750 m da central. A instalação é permitida a até 5500 m da central, mas, neste caso, as velocidades caem para 1,544 Mbps (download) e 16 kbps (upload).


G.Lite (ADSL Lite) - Splitterless Digital Subscriber Line
As linhas ADSL possuem como principal problema a necessidade de instalação de um POTS splitter para separar os sinais de voz e dados, que são enviados para o telefone e para o computador, respectivamente. A tecnologia G.Lite foi desenvolvida baseada em ADSL, visando principalmente os usuários residenciais.
A principal característica da tecnologia G.Lite que elimina a necessidade do uso de POTS splitters é o fato de oferecer velocidades mais baixas que o ADSL - 1,544 Mbps para downloads e 512 kpbs para uploads. Com uma menor taxa de transferência, há maior tolerância a ruído. Por isso, não é necessário separar os sinais de voz e dados na casa do usuário - isto é feito na própria central -, e a instalação do sistema torna-se mais simples e barata. A modulação utilizada nestas linhas é a DMT.
Apesar de a velocidade nas linhas G.Lite ser mais baixa que nas linhas ADSL, a diferença não é tão perceptível, pois os congestionamentos na Internet limitam a velocidade de transferência, impedindo, muitas das vezes, que a velocidade máxima permitida seja alcançada. Por isso, a tecnologia G.Lite é uma boa opção para usuários residenciais que desejam uma conexão de banda larga, mas sem exigir velocidades altíssimas, a um custo relativamente baixo. A distância máxima recomendada para instalação é a 5500 m da central.
VDSL - Very high bit-rate Digital Subscriber Line
As linhas ADSL dominam a preferência dos usuários de banda larga, juntamente com o cable modem, principalmente entre usuários residenciais, mas alguns usuários necessitam de velocidades ainda mais altas. Por isso, foi desenvolvida a tecnologia VDSL, também assimétrica, que utiliza uma banda muito larga e oferece velocidades altíssimas, que podem chegar a 52 Mbps para download e 16 Mbps para upload.
A diferença que permite que as linhas VDSL alcancem velocidades tão altas é o uso de fibras óticas. Estas fibras permitem que os dados trafeguem a velocidades muito mais altas que nos pares trançados utilizados pelo telefone e por outras tecnologias DSL.
Como as fibras óticas ainda não cobrem toda a área coberta pelos pares trançados, nem todos os usuários são capazes de utilizar esta tecnologia. Além disso, a distância máxima permitida entre usuário e central é de aproximadamente 1200 m, ou seja, muito menor que os outros tipos de DSL.
Assim como no caso do ADSL, existe uma disputa entre os sistemas CAP e DMT para se tornar o padrão de modulação da tecnologia VDSL. Duas parcerias foram formadas entre grandes empresas de telecomunicações, cada uma defendendo um padrão. A VDSL Alliance, formada por Alcatel e Texas Instruments, entre outros, defende o padrão DMT, e a VDSL Coalition, liderada por Lucent e Broadcom, defende o padrão CAP.
A tecnologia VDSL, muito recente, ainda está em desenvolvimento. O desempenho alcançado ainda está muito aquém do esperado, mas no futuro, espera-se que seja possível alcançar na prática as velocidades são esperadas na teoria.
RADSL - Rate Adaptative Digital Subscriber Line
A tecnologia RADSL, muito semelhante à ADSL, é adaptativa, ou seja, o modem ajusta automaticamente a velocidade de conexão de acordo com a qualidade da linha e a distância em relação à central. Se a distância é muito grande, a taxa de bits é reduzida. Esta tecnologia é útil principalmente quando a distância em relação à central é muito grande, pois muitas tecnologias DSL são limitadas a curtas distâncias. A técnica de modulação utilizada é CAP.
O ajuste de velocidade é feito como mostrado na figura abaixo. A banda de freqüências até 4 kHz é reservada para voz. A banda acima deste valor é dividida entre download e upload, como no ADSL, mas o limite entre estas bandas é variável. Conforme as condições da linha variam, o limite superior da banda de upload é deslocado - e, com isso, é também deslocado o limite inferior da banda de download. Quando maior a banda de upload, menor a de download, e vice-versa.
As velocidades oferecidas vão de 640 kbps a 2,2 Mbps para download e de 272 kbps a 1,088 Mbps para upload. O limite de distância até a central é de 5500 m.

SDSL - Symmetric Digital Subscriber Line
Esta tecnologia é voltada principalmente para escritórios e pequenas empresas que têm necessidade de realizar uploads tanto quanto downloads. Assim, as taxas de transferência para downloads e uploads são iguais - no máximo 2,3 Mbps.
A tecnologia SDSL é bastante semelhante à HDSL. A principal diferença é o fato de utilizar apenas uma linha telefônica. Além disso, a distância máxima entre usuário e central suportada por esta tecnologia é de 6700 m, ou seja, quase o dobro do HDSL. A principal desvantagem desta tecnologia é o fato de não permitir o uso do telefone na mesma linha, o que também acontece no HDSL. Esta é a principal característica pela qual esta tecnologia não é muito utilizada em residências.
Outros tipos de DSL
As tecnologias apresentadas anteriormente são os tipos de DSL mais comuns.
Muitas outras variantes foram desenvolvidas, a maioria obtendo pouco sucesso. Algumas já estão ultrapassadas e não são mais desenvolvidas hoje, outras são proprietárias, mas todas são pouco utilizadas. Entre estas tecnologias, temos:
IDSL - ISDN Digital Subscriber Line
HDSL2 - High bit-rate Digital Subscriber Line
G.SHDSL - Generalized High bit-rate Digital Subscriber Line
VoDSL - Voice-over Digital Subscriber Line
CDSL - Consumer Digital Subscriber Line
CiDSL - Consumer-installable Digital Subscriber Line
IDSL - ISDN Digital Subscriber Line
Esta tecnologia é bastante similar às linhas ISDN. A codificação de linha utilizada é 2B1Q, a mesma aplicada nas linhas HDSL. A velocidade máxima oferecida é de 144 kbps, a até 5500 m da central. A principal vantagem é permitir o uso do mesmo adaptador utilizado nas linhas ISDN.
HDSL2 - High bit-rate Digital Subscriber Line
O HDSL2 foi desenvolvido para oferecer a mesma velocidade de transferência de dados do HDSL (1,544 Mbps), mas utilizando uma única linha. Apesar disto, esta tecnologia é muito pouco utilizada.
G.SHDSL - Generalized High bit-rate Digital Subscriber Line
Esta tecnologia, bastante recente, oferece um desempenho muito melhor que as tecnologias DSL simétricas mais antigas. Estas linhas causam muito menos interferência crosstalk. A taxa de transferência de dados varia entre 192 kbps e 2,3 Mbps. Esta tecnologia exige o uso de apenas uma linha, mas para um melhor desempenho, pode-se usar duas linhas, aumentando, assim, a distância máxima suportada.
A principal desvantagem é o fato de não permitir o uso simultâneo do telefone. O principal alvo desta tecnologia são as empresas.
VoDSL - Voice-over Digital Subscriber Line
VoDSL é uma tecnologia baseada em vários padrões, que visa o suporte de voz e dados no mesmo circuito DSL. A idéia básica é suportar múltiplas chamadas de voz enquanto simultaneamente suporta uma conexão digital de alta velocidade. Todas as transmissões são totalmente digitais.
Uma instalação VoDSL tipicamente suporta de 16 a 24 chamadas de voz simultâneas sobre um link SDSL a 1,544 Mbps. A banda disponível para a conexão com o computador varia de acordo com o número de chamadas efetuadas no momento, pois cada uma ocupa uma parcela da banda.
CDSL - Consumer Digital Subscriber Line
Esta tecnologia é proprietária, desenvolvida pela Rockwell International. As velocidades oferecidas são menores que o ADSL - até 1 Mbps para download, mas, assim como na tecnologia G.Lite, não é necessário separar os sinais de dados e voz. A distância máxima permitida é a 5500 m da central.
CiDSL - Consumer-installable Digital Subscriber Line
Esta é outra tecnologia proprietária, desenvolvida pela Globespan Technologies Inc. A principal vantagem é o fato de não exigir a separação dos sinais de dados e voz.

Comparação entre tecnologias DSL
A tabela abaixo traz uma comparação entre as principais tecnologias DSL apresentadas. A tabela mostra o número de linhas necessárias, as taxas de transferência de dados para download e upload, a distância máxima até a central a as aplicações típicas para cada tipo de linha DSL.
Conclusão
A tecnologia DSL foi desenvolvida com o objetivo de oferecer conexões de alta velocidade aos usuários insatisfeitos com a baixa velocidade das conexões discadas.
Os vários tipos de DSL vêm oferecer conexões de banda larga com características variadas, que vão das velocidades oferecidas para download e upload e da distância máxima permitida entre a instalação e a central até o equipamento e o tipo de cabo utilizado (podem ser pares trançados de cobre ou fibras óticas), além dos custos de instalação.
Assim, o usuário pode escolher a tecnologia que for mais adequada não só às suas necessidades, mas também às suas condições financeiras.
No Brasil, a tecnologia DSL está em crescimento, e o preço (tanto da instalação quanto a mensalidade) cai constantemente, permitindo que cada vez mais pessoas tenham acesso à banda larga. O número de provedores que oferece este serviço é bem grande, destacando-se Velox, Terra e UOL no Rio de Janeiro, e Speedy e Telefônica em São Paulo.16
Perguntas
1) Que característica da tecnologia DSL torna a instalação mais simples e barata em relação a outras tecnologias de banda larga?
R: O fato de utilizar a mesma estrutura do sistema telefônico, isto é, o fato de utilizar o par trançado de cobre do telefone.
2) Por que existem tantos tipos de DSL, com diferentes características?
R: Porque cada usuário tem necessidades e recursos diferentes. Um usuário residencial, por exemplo, não é capaz, em geral, de pagar uma linha VDSL, mas não necessita de uma velocidade tão alta.
3) Como a tecnologia DSL permite a transmissão simultânea de voz e dados pela mesma linha?
R: Através da divisão da banda em 3 canais: um para voz, um para envio de dados e outro para recepção de dados. Desta forma, os 3 sinais não interferem entre si.
4) Como é feita a conexão entre o computador do usuário e a central?
R: No computador do usuário deve ser instalado um transceiver, ou modem DSL, que recebe os sinais de voz e dados e separa-os. Na central é instalado um DSLAM (DSL Access Multiplexer), que recebe as conexões dos usuários, oferecendo uma conexão dedicada a cada um.
5) Que característica do ADSL torna esta tecnologia mais adequada para usuários residenciais?
R: O fato de ser uma tecnologia assimétrica, pois tem uma banda para recepção de dados (download) muito maior que a banda de envio de dados (upload), baseada no fato de que os usuários residenciais, em geral, recebem muito mais dados do que enviam.



Bibliografia
TANENBAUM, Andrew S. Computer Networks, 3a edição.
HAYKIN, Simon. Communication Systems, 4a edição.
http://www.gta.ufrj.br/grad/02_2/xdsl/
http://www.gta.ufrj.br/grad/02_1/adsl/
http://www.gta.ufrj.br/grad/00_2/_dsl/index.html
http://www.xdsl.com/
http://www.schottcorp.com/news/technical_papers/xDSL%20Tutorial.pdf
http://computer.howstuffworks.com/dsl.htm
http://computer.howstuffworks.com/vdsl.htm
http://whatis.techtarget.com/definition/0,289893,sid9_gci213915,00.html
http://www.orckit.com/asp/sub.asp?sec=128&sub=626
http://www.everythingDSL.com/whatis/
http://www.cisco.com/univercd/cc/td/doc/cisintwk/ito_doc/adsl.htm
http://www.faqs.org/faqs/datacomm/xdsl-faq/index.html
http://www.iec.org/online/tutorials/vdsl/
http://www.iec.org/online/tutorials/adsl/
http://www.iec.org/online/tutorials/dsl_atm/
http://www.iec.org/online/tutorials/dslam/
http://www.zdsl.com/dsl/DSL_T01.pdf
http://www.gustavop.hpg.ig.com.br/artigos/dsl.htm
http://www.iaxs.net/dsl/dsl_faq.html

http://www.csam.iit.edu/~cs548/RedzicPPT.ppt

Wednesday, 8 April 2009

Windows XP: Configurando a rede via linha de comando

Windows XP: Configurando a rede via linha de comando

Uma curiosidade no Windows XP é que toda a configuração da rede pode ser feita via linha de comando, através do prompt do MS-DOS, como no Linux. Na prática, não existe nenhuma grande vantagem sobre configurar pelo Painel de controle, mas não deixa de ser um truque interessante, que vale à pena aprender.
Ao configurar a rede via DHCP, você pode checar rapidamente qual endereço IP está sendo usado por cada micro usando o comando "ipconfig" dentro do prompt do MS-DOS:

Para configurar a rede, especificando manualmente os endereços, você usaria:
C:\> netsh int ip set address name="Conexão Local" source=static 192.168.0.22 255.255.255.0 192.168.0.1 1
... onde o "Conexão Local" é o nome da conexão de rede (da forma como aparece no painel de Conexões de rede do Painel de controle), seguido pelo endereço IP, máscara e gateway da rede. Não se esqueça do número "1" no final, que é um parâmetro para a configuração do gateway.
Para configurar o DNS, você usaria:
C:\> netsh int ip set dns "Conexão Local" static 200.204.0.10
Para configurar os endereços e DNS via DHCP, você pode usar os comandos:
C:\> netsh int ip set address name="Conexão Local" source=dhcp
C:\> netsh int ip set dns "Conexão Local" dhcp
O endereço obtido via DHCP precisa ser renovado periodicamente, o que é feito de forma automática. Mas, em algumas situações, o sistema pode falhar em renovar o endereço (o que é relativamente comum ao acessar via cabo, por exemplo) fazendo com que seu micro seja desconectado da rede. Nestes casos, você pode forçar a renovação do endereço IP clicando com o botão direito sobre o ícone da conexão, dentro do painel de controle e acessando a opção "Reparar", ou usando os dois comandos abaixo no prompt do MS-DOS:
C:\> ipconfig /release
C:\> ipconfig /renew
Um exemplo de configuração de rede completa para um dos micros da rede, que vai acessar a internet através do micro que está compartilhando a conexão, seria:
IP: 192.168.0.2Máscara: 255.255.255.0Gateway: 192.168.0.1 (o endereço do micro compartilhando a conexão)DNS: 200.204.0.10, 200.204.0.138
O micro que está compartilhando a conexão por sua vez vai ter duas placas de rede, uma para a internet e outra para a rede local, por isso vai ter uma configuração separada para cada uma. A configuração da internet é feita da forma normal, de acordo com o tipo de conexão que você usa, enquanto a configuração da rede interna segue o padrão que vimos até aqui.
Neste exemplo, estou usando dois endereços de servidores DNS externos na configuração do cliente, mas é possível instalar um servidor DNS na máquina que está compartilhando a conexão, incluindo inclusive nomes para as máquinas da rede local.
Neste caso, você pode usar o endereço do gateway também como DNS

Note que, neste caso, os micros da rede local utilizam uma faixa de endereços privada (192.168.0.x no exemplo), uma faixa de endereços que não existe na internet. O único que possui um endereço IP válido na internet é o roteador, que por isso é o único que pode ser acessado diretamente de fora. Ele fica responsável por interligar as duas redes,
permitindo que os micros da rede interna acessem a internet.
Este método de compartilhamento de conexão é chamado de "NAT" (Network Address Translation). Ao receber um pacote de um dos micros da rede local endereçado à internet, o servidor substitui o endereço da estação (192.168.0.2, por exemplo) pelo seu endereço de internet (200.220.134.54, por exemplo) e o envia ao destinatário. Ao receber resposta, o servidor novamente troca o endereço de internet do destinatário pelo seu (do servidor) IP de rede local. A estação acha que está conversado diretamente com o servidor e não enxerga os demais hosts da internet enquanto eles (os demais hosts) enxergam apenas seu servidor e não os demais micros da rede local, que permanecem invisíveis.

Windows XP: Configurando a rede via linha de comando

Windows XP: Configurando a rede via linha de comando

Uma curiosidade no Windows XP é que toda a configuração da rede pode ser feita via linha de comando, através do prompt do MS-DOS, como no Linux. Na prática, não existe nenhuma grande vantagem sobre configurar pelo Painel de controle, mas não deixa de ser um truque interessante, que vale à pena aprender.
Ao configurar a rede via DHCP, você pode checar rapidamente qual endereço IP está sendo usado por cada micro usando o comando "ipconfig" dentro do prompt do MS-DOS:

Para configurar a rede, especificando manualmente os endereços, você usaria:
C:\> netsh int ip set address name="Conexão Local" source=static 192.168.0.22 255.255.255.0 192.168.0.1 1
... onde o "Conexão Local" é o nome da conexão de rede (da forma como aparece no painel de Conexões de rede do Painel de controle), seguido pelo endereço IP, máscara e gateway da rede. Não se esqueça do número "1" no final, que é um parâmetro para a configuração do gateway.
Para configurar o DNS, você usaria:
C:\> netsh int ip set dns "Conexão Local" static 200.204.0.10
Para configurar os endereços e DNS via DHCP, você pode usar os comandos:
C:\> netsh int ip set address name="Conexão Local" source=dhcp
C:\> netsh int ip set dns "Conexão Local" dhcp
O endereço obtido via DHCP precisa ser renovado periodicamente, o que é feito de forma automática. Mas, em algumas situações, o sistema pode falhar em renovar o endereço (o que é relativamente comum ao acessar via cabo, por exemplo) fazendo com que seu micro seja desconectado da rede. Nestes casos, você pode forçar a renovação do endereço IP clicando com o botão direito sobre o ícone da conexão, dentro do painel de controle e acessando a opção "Reparar", ou usando os dois comandos abaixo no prompt do MS-DOS:
C:\> ipconfig /release
C:\> ipconfig /renew
Um exemplo de configuração de rede completa para um dos micros da rede, que vai acessar a internet através do micro que está compartilhando a conexão, seria:
IP: 192.168.0.2Máscara: 255.255.255.0Gateway: 192.168.0.1 (o endereço do micro compartilhando a conexão)DNS: 200.204.0.10, 200.204.0.138
O micro que está compartilhando a conexão por sua vez vai ter duas placas de rede, uma para a internet e outra para a rede local, por isso vai ter uma configuração separada para cada uma. A configuração da internet é feita da forma normal, de acordo com o tipo de conexão que você usa, enquanto a configuração da rede interna segue o padrão que vimos até aqui.
Neste exemplo, estou usando dois endereços de servidores DNS externos na configuração do cliente, mas é possível instalar um servidor DNS na máquina que está compartilhando a conexão, incluindo inclusive nomes para as máquinas da rede local.
Neste caso, você pode usar o endereço do gateway também como DNS

Note que, neste caso, os micros da rede local utilizam uma faixa de endereços privada (192.168.0.x no exemplo), uma faixa de endereços que não existe na internet. O único que possui um endereço IP válido na internet é o roteador, que por isso é o único que pode ser acessado diretamente de fora. Ele fica responsável por interligar as duas redes,
permitindo que os micros da rede interna acessem a internet.
Este método de compartilhamento de conexão é chamado de "NAT" (Network Address Translation). Ao receber um pacote de um dos micros da rede local endereçado à internet, o servidor substitui o endereço da estação (192.168.0.2, por exemplo) pelo seu endereço de internet (200.220.134.54, por exemplo) e o envia ao destinatário. Ao receber resposta, o servidor novamente troca o endereço de internet do destinatário pelo seu (do servidor) IP de rede local. A estação acha que está conversado diretamente com o servidor e não enxerga os demais hosts da internet enquanto eles (os demais hosts) enxergam apenas seu servidor e não os demais micros da rede local, que permanecem invisíveis.

Windows 2000 & Windows XP Cable Modems & xDSL Registry Tweaks

Windows 2000 & Windows XP Cable Modems & xDSL Registry Tweaks
Windows 2000 and XP are built on NT technology and both are generally better optimized
for networking than Windows 9x and even NT4. Regardless, both XP and Windows 2000
are still configured with respect to Ethernet rather than high speed Internet connections. Here, you will find specific information on how to optimize the Windows 2000/XP Registry for
Cable Modems, DSL, or any similar type of broadband Internet connection. Customizing the Windows Registry assumes some proficiency in tuning Windows configuration files. If you don't feel comfortable editing it, please download the following patch, which will add all the
parameters and set all the optimal values in the Registry automatically. sguide_tweak_2k.zip <../files/sguide_tweak_2k.zip> - Generic patch for Windows 2000/XP (all versions).
To install, extract, then just double-click and reboot. sguide_tweak_2k_pppoe.zip <../files/sguide_tweak_2k_pppoe.zip> - PPPoE patch for Windows 2000/XP (all versions). To install, extract, then just double-click and reboot. This patch is optimized for DSL connections that have PPPoE implemented, only use it in case you know that you are on a PPPoE connection. sguide_default_2k.zip <../files/sguide_default_2k.zip> - patch that reverts the Windows 2000/XP Registry to its default TCP/IP state, removing all tweaks. To install, extract, right-click, choose "Install" from the pull-down menu, then reboot. If you'd rather make the changes yourself, or prefer to experiment with different values to fine-tune your connection, follow the directions for editing the Registry below. Editing the Windows 2000/XP Registry To edit the Registry, you need to use an editor, such as Regedit. As with previous Windows versions, it can be accessed from the Start Menu ( START > Run > type "Regedit" ). Note that most of the values recommended on these pages are not present in the Registry by default and you might have to add them manually. Also, for the tweaks to take effect you must Reboot. It is strongly recommended that you backup your Registry before editing. The easiest way to backup your Registry is from within the Registry Editor, just choose "Export Registry File" from the pull-down menu. Recommended settings for Windows 2000 / XP Windows 2000 & XP, unlike NT supports large windows as described in RFC1323 ( the
'RcvWindow' has a maximum value of 2**30 rather than 64K), and includes some other improvements over its predecessors you can use to speed up any TCP/IP transfers. The best settings are listed in red, the descriptions and other options are added to provide you with better understanding and enable you to customize your settings. All the following entries, unless otherwise noted should be placed in the Windows 2000/XP Registry under the key HKEY_LOCAL_MACHINE\ \SYSTEM \CurrentControlSet \Services \Tcpip \Parameters TCPWindowSize The value of TCP Window in the Windows 2000 Registry is DWORD, representing number of bytes, with range from 0 to 2^30. The recommended values (in red) optimize TCP for any high speed Internet connection and work best in most cases, however if you'd like to use a custom value follow these guidelines: For best results, the TCPWindow should be a multiple of MSS (Maximum Segment Size). MSS is generally MTU - 40, where MTU (Maximum Transmission Unit) is the largest packet size that can be transmitted. MTU is usually 1500 (1492 for PPPoE Advanced Registryconnections). To determine the MTU value of your ISP, check out the Editing section of our site. There are three places in the Windows 2000 Registry where you can add the TCP Window parameter. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ GlobalMaxTcpWindowSize="256960" (DWORD, number of bytes) Valid range is fromMSS to 2^30. Add the value as a decimal. Note: For best results RWIN has to be a multiple of MSS lower than 65535 times a scale factor that's a power of 2, i.e. 44 x 1460 = 64240 x 2^2 = 256960. If you choose to use a RWIN lower than 65535, you can simply make it multiple of MSS and turn scaling off (Tcp1323Opts=0) HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ TcpWindowSize="256960" (DWORD, number of bytes) Valid range is from MSS to 2^30. Add the value as a decimal. TcpWindowSize can also exist under \Tcpip\Parameters\Interface\ - if added at this location, it overrides the global setting for this particular . Note (10/20/00): Seems MS has found another bug in Windows 2000, the TCPWindowSize should be configured with the global setting Q263088 (GlobalMaxTcpWindowsSize) rather than this one - <http://support.microsoft.com/support/kb/articles/Q263/0/88.ASP>
Note: For best results RWIN has to be a multiple of MSS lower than 65535 times a scale factor that's a power of 2, i.e. 44 x 1460 = 64240 x 2^2 = 256960. If you choose to use a RWIN lower than 65535, you can simply make it multiple of MSS and turn scaling off (Tcp1323Opts=0) Tcp1323Opts Tcp1323Opts is a necessary setting in order to enable Large TCPWindow support as described in RFC 1323. Without this parameter, the TCPWindow is limited to 64K. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ Tcp1323Opts="1" (DWORD, recommended setting is 1. The possible settings are 0 - Disable RFC 1323 options, 1 - Window scaling but no Timestamp options, 3 - Window scaling and Time stamp options.) Note: Tcp1323Opts="3" might help in some cases where there is increased packet loss, however generally you'll achieve better throughput with Tcp1323Opts="1", since Timestamps add 12 bytes to the header of each packet. DefaultTTL DefaultTTL determines the time in seconds and the number of hops a packet lives. While it does not directly affect speed, a larger value increases the amount of time it takes for a packet to be considered lost, discarded and retransmitted. A value that's too small can cause packets to distant servers not to reach their destination at all. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ DefaultTTL="64" (DWORD, recommended setting is 64. Other settings that are widely used are 128 and 32) EnablePMTUDiscovery When set to 1 (True), TCP attempts to discover MTU automatically over the path to a remote host. Setting this parameter to 0 causes MTU to default to 576 which reduces overall performance over high speed connections. Note that this setting is different than our Windows 9x recommendation. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ EnablePMTUDiscovery="1" (DWORD - boolean, valid settings are 0-->False and 1-->True. Many connections perform better with this entry at 1, however, if you prefer to set your upstream to send fixed 1500 packets, you might want to use 0 instead). When set at 1, establishing connections and initial transfer speed might slow down a bit, however you will get better throughput if somewhere in the path large packets need to be fragmented. EnablePMTUBHDetect Setting this parameter to 1 (True) enables "black hole" routers to be detected, however it also increases the maximum number of retransmissions for a given segment. In most cases you'd want to keep BHDetect to 0 (False). Note: For best results RWIN has to be a multiple of MSS lower than 65535 times a scale factor that's a power of 2, i.e. 44 x 1460 = 64240 x 2^2 = 256960. If you choose to use a RWIN lower than 65535, you can simply make it multiple of MSS and turn scaling off (Tcp1323Opts=0) Tcp1323Opts Tcp1323Opts is a necessary setting in order to enable Large TCPWindow support as described in RFC 1323. Without this parameter, the TCPWindow is limited to 64K. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ Tcp1323Opts="1" (DWORD, recommended setting is 1. The possible settings are 0 - Disable RFC 1323 options, 1 - Window scaling but no Timestamp options, 3 - Window scaling and Time stamp options.) Note: Tcp1323Opts="3" might help in some cases where there is increased packet loss, however generally you'll achieve better throughput with Tcp1323Opts="1", since Timestamps add 12 bytes to the header of each packet. DefaultTTL DefaultTTL determines the time in seconds and the number of hops a packet lives. While it does not directly affect speed, a larger value increases the amount of time it takes for a packet to be considered lost, discarded and retransmitted. A value that's too small can cause packets to distant servers not to reach their destination at all. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ DefaultTTL="64" (DWORD, recommended setting is 64. Other settings that are widely used are 128 and 32) EnablePMTUDiscovery When set to 1 (True), TCP attempts to discover MTU automatically over the path to a remote host. Setting this parameter to 0 causes MTU to default to 576 which reduces overall performance over high speed connections. Note that this setting is different than our Windows 9x recommendation. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ EnablePMTUDiscovery="1" (DWORD - boolean, valid settings are 0-->False and 1-->True. Many connections perform better with this entry at 1, however, if you prefer to set your upstream to send fixed 1500 packets, you might want to use 0 instead). When set at 1, establishing connections and initial transfer speed might slow down a bit, however you will get better throughput if somewhere in the path large packets need to be fragmented. EnablePMTUBHDetect Setting this parameter to 1 (True) enables "black hole" routers to be detected, however it also increases the maximum number of retransmissions for a given segment. In most cases you'd want to keep BHDetect to 0 (False).
HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ EnablePMTUBHDetect="0" (DWORD - boolean, valid settings are 0-->False and 1-->True. Recommended setting is 0) SackOpts This parameter controls whether or not SACK (Selective Acknowledgement) support is enabled, as specified in RFC 2018. SACK is especially important for connections using large TCP Window sizes. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ SackOpts="1" (DWORD - boolean, recommended setting is 1. Possible settings are 0 - No Sack options or 1 - Sack Option enabled). TcpMaxDupAcks This parameter determines the number of duplicate ACKs that must be received for the same sequence number of sent data before "fast retransmit" is triggered to . resend the segment that has been dropped in transitHKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ TcpMaxDupAcks="2" (DWORD - range 1-3, recommended setting is 2). Additional TCP/IP Related Parameters The additional TCP related parameters are not necessary in most cases, and you shouldn't expect any drastic improvements, however we added them for those of you who like experimenting. You might be able to gain that last bit of performance, or customize your TCP/IP behavior even more with those. Keep in mind you should familiarize yourself with what the parameters mean and how they affect your connection before changing their values MTU Setting MTU overrides the default MTU for the network interface it is added to. Note that if EnablePMTUDiscovery is set to 1, TCP will use the smaller value of this local MTU and the "Discovered" MTU of the underlying network connection. If you'd rather use only the MTU value specified here, you'd have to disable PMTUDiscovery, which would prevent your system from detecting the network MTU. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services \Tcpip\Parameters\Interfaces\ MTU="1500" (DWORD, valid range is from 68 to ). Windows 2000 Web Patch According to the HTTP specs, only limited number of simultaneous connections are allowed, while loading pages.
To increase that number, you can add the following entries
to the Registry (they are not present by default): HKEY_USERS\.DEFAULT\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Internet Settings\ "MaxConnectionsPerServer"=dword:00000020 "MaxConnectionsPer1_0Server"=dword:00000020 HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Internet Settings\ "MaxConnectionsPerServer"=dword:00000020 "MaxConnectionsPer1_0Server"=dword:00000020 Note: Keep in mind that although those values work fine in most cases, they exceed the HTTP specs and therefore might cause problems with some websites. If you experience problems, just remove the entries. While these entries might improve web page loading considerably, they tend to strain webservers more and have no effect on throughput.

Windows 2000 & Windows XP Cable Modems & xDSL Registry Tweaks

Windows 2000 & Windows XP Cable Modems & xDSL Registry Tweaks
Windows 2000 and XP are built on NT technology and both are generally better optimized
for networking than Windows 9x and even NT4. Regardless, both XP and Windows 2000
are still configured with respect to Ethernet rather than high speed Internet connections. Here, you will find specific information on how to optimize the Windows 2000/XP Registry for
Cable Modems, DSL, or any similar type of broadband Internet connection. Customizing the Windows Registry assumes some proficiency in tuning Windows configuration files. If you don't feel comfortable editing it, please download the following patch, which will add all the
parameters and set all the optimal values in the Registry automatically. sguide_tweak_2k.zip <../files/sguide_tweak_2k.zip> - Generic patch for Windows 2000/XP (all versions).
To install, extract, then just double-click and reboot. sguide_tweak_2k_pppoe.zip <../files/sguide_tweak_2k_pppoe.zip> - PPPoE patch for Windows 2000/XP (all versions). To install, extract, then just double-click and reboot. This patch is optimized for DSL connections that have PPPoE implemented, only use it in case you know that you are on a PPPoE connection. sguide_default_2k.zip <../files/sguide_default_2k.zip> - patch that reverts the Windows 2000/XP Registry to its default TCP/IP state, removing all tweaks. To install, extract, right-click, choose "Install" from the pull-down menu, then reboot. If you'd rather make the changes yourself, or prefer to experiment with different values to fine-tune your connection, follow the directions for editing the Registry below. Editing the Windows 2000/XP Registry To edit the Registry, you need to use an editor, such as Regedit. As with previous Windows versions, it can be accessed from the Start Menu ( START > Run > type "Regedit" ). Note that most of the values recommended on these pages are not present in the Registry by default and you might have to add them manually. Also, for the tweaks to take effect you must Reboot. It is strongly recommended that you backup your Registry before editing. The easiest way to backup your Registry is from within the Registry Editor, just choose "Export Registry File" from the pull-down menu. Recommended settings for Windows 2000 / XP Windows 2000 & XP, unlike NT supports large windows as described in RFC1323 ( the
'RcvWindow' has a maximum value of 2**30 rather than 64K), and includes some other improvements over its predecessors you can use to speed up any TCP/IP transfers. The best settings are listed in red, the descriptions and other options are added to provide you with better understanding and enable you to customize your settings. All the following entries, unless otherwise noted should be placed in the Windows 2000/XP Registry under the key HKEY_LOCAL_MACHINE\ \SYSTEM \CurrentControlSet \Services \Tcpip \Parameters TCPWindowSize The value of TCP Window in the Windows 2000 Registry is DWORD, representing number of bytes, with range from 0 to 2^30. The recommended values (in red) optimize TCP for any high speed Internet connection and work best in most cases, however if you'd like to use a custom value follow these guidelines: For best results, the TCPWindow should be a multiple of MSS (Maximum Segment Size). MSS is generally MTU - 40, where MTU (Maximum Transmission Unit) is the largest packet size that can be transmitted. MTU is usually 1500 (1492 for PPPoE Advanced Registryconnections). To determine the MTU value of your ISP, check out the Editing section of our site. There are three places in the Windows 2000 Registry where you can add the TCP Window parameter. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ GlobalMaxTcpWindowSize="256960" (DWORD, number of bytes) Valid range is fromMSS to 2^30. Add the value as a decimal. Note: For best results RWIN has to be a multiple of MSS lower than 65535 times a scale factor that's a power of 2, i.e. 44 x 1460 = 64240 x 2^2 = 256960. If you choose to use a RWIN lower than 65535, you can simply make it multiple of MSS and turn scaling off (Tcp1323Opts=0) HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ TcpWindowSize="256960" (DWORD, number of bytes) Valid range is from MSS to 2^30. Add the value as a decimal. TcpWindowSize can also exist under \Tcpip\Parameters\Interface\ - if added at this location, it overrides the global setting for this particular . Note (10/20/00): Seems MS has found another bug in Windows 2000, the TCPWindowSize should be configured with the global setting Q263088 (GlobalMaxTcpWindowsSize) rather than this one - <http://support.microsoft.com/support/kb/articles/Q263/0/88.ASP>
Note: For best results RWIN has to be a multiple of MSS lower than 65535 times a scale factor that's a power of 2, i.e. 44 x 1460 = 64240 x 2^2 = 256960. If you choose to use a RWIN lower than 65535, you can simply make it multiple of MSS and turn scaling off (Tcp1323Opts=0) Tcp1323Opts Tcp1323Opts is a necessary setting in order to enable Large TCPWindow support as described in RFC 1323. Without this parameter, the TCPWindow is limited to 64K. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ Tcp1323Opts="1" (DWORD, recommended setting is 1. The possible settings are 0 - Disable RFC 1323 options, 1 - Window scaling but no Timestamp options, 3 - Window scaling and Time stamp options.) Note: Tcp1323Opts="3" might help in some cases where there is increased packet loss, however generally you'll achieve better throughput with Tcp1323Opts="1", since Timestamps add 12 bytes to the header of each packet. DefaultTTL DefaultTTL determines the time in seconds and the number of hops a packet lives. While it does not directly affect speed, a larger value increases the amount of time it takes for a packet to be considered lost, discarded and retransmitted. A value that's too small can cause packets to distant servers not to reach their destination at all. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ DefaultTTL="64" (DWORD, recommended setting is 64. Other settings that are widely used are 128 and 32) EnablePMTUDiscovery When set to 1 (True), TCP attempts to discover MTU automatically over the path to a remote host. Setting this parameter to 0 causes MTU to default to 576 which reduces overall performance over high speed connections. Note that this setting is different than our Windows 9x recommendation. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ EnablePMTUDiscovery="1" (DWORD - boolean, valid settings are 0-->False and 1-->True. Many connections perform better with this entry at 1, however, if you prefer to set your upstream to send fixed 1500 packets, you might want to use 0 instead). When set at 1, establishing connections and initial transfer speed might slow down a bit, however you will get better throughput if somewhere in the path large packets need to be fragmented. EnablePMTUBHDetect Setting this parameter to 1 (True) enables "black hole" routers to be detected, however it also increases the maximum number of retransmissions for a given segment. In most cases you'd want to keep BHDetect to 0 (False). Note: For best results RWIN has to be a multiple of MSS lower than 65535 times a scale factor that's a power of 2, i.e. 44 x 1460 = 64240 x 2^2 = 256960. If you choose to use a RWIN lower than 65535, you can simply make it multiple of MSS and turn scaling off (Tcp1323Opts=0) Tcp1323Opts Tcp1323Opts is a necessary setting in order to enable Large TCPWindow support as described in RFC 1323. Without this parameter, the TCPWindow is limited to 64K. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ Tcp1323Opts="1" (DWORD, recommended setting is 1. The possible settings are 0 - Disable RFC 1323 options, 1 - Window scaling but no Timestamp options, 3 - Window scaling and Time stamp options.) Note: Tcp1323Opts="3" might help in some cases where there is increased packet loss, however generally you'll achieve better throughput with Tcp1323Opts="1", since Timestamps add 12 bytes to the header of each packet. DefaultTTL DefaultTTL determines the time in seconds and the number of hops a packet lives. While it does not directly affect speed, a larger value increases the amount of time it takes for a packet to be considered lost, discarded and retransmitted. A value that's too small can cause packets to distant servers not to reach their destination at all. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ DefaultTTL="64" (DWORD, recommended setting is 64. Other settings that are widely used are 128 and 32) EnablePMTUDiscovery When set to 1 (True), TCP attempts to discover MTU automatically over the path to a remote host. Setting this parameter to 0 causes MTU to default to 576 which reduces overall performance over high speed connections. Note that this setting is different than our Windows 9x recommendation. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ EnablePMTUDiscovery="1" (DWORD - boolean, valid settings are 0-->False and 1-->True. Many connections perform better with this entry at 1, however, if you prefer to set your upstream to send fixed 1500 packets, you might want to use 0 instead). When set at 1, establishing connections and initial transfer speed might slow down a bit, however you will get better throughput if somewhere in the path large packets need to be fragmented. EnablePMTUBHDetect Setting this parameter to 1 (True) enables "black hole" routers to be detected, however it also increases the maximum number of retransmissions for a given segment. In most cases you'd want to keep BHDetect to 0 (False).
HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ EnablePMTUBHDetect="0" (DWORD - boolean, valid settings are 0-->False and 1-->True. Recommended setting is 0) SackOpts This parameter controls whether or not SACK (Selective Acknowledgement) support is enabled, as specified in RFC 2018. SACK is especially important for connections using large TCP Window sizes. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ SackOpts="1" (DWORD - boolean, recommended setting is 1. Possible settings are 0 - No Sack options or 1 - Sack Option enabled). TcpMaxDupAcks This parameter determines the number of duplicate ACKs that must be received for the same sequence number of sent data before "fast retransmit" is triggered to . resend the segment that has been dropped in transitHKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ TcpMaxDupAcks="2" (DWORD - range 1-3, recommended setting is 2). Additional TCP/IP Related Parameters The additional TCP related parameters are not necessary in most cases, and you shouldn't expect any drastic improvements, however we added them for those of you who like experimenting. You might be able to gain that last bit of performance, or customize your TCP/IP behavior even more with those. Keep in mind you should familiarize yourself with what the parameters mean and how they affect your connection before changing their values MTU Setting MTU overrides the default MTU for the network interface it is added to. Note that if EnablePMTUDiscovery is set to 1, TCP will use the smaller value of this local MTU and the "Discovered" MTU of the underlying network connection. If you'd rather use only the MTU value specified here, you'd have to disable PMTUDiscovery, which would prevent your system from detecting the network MTU. HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services \Tcpip\Parameters\Interfaces\ MTU="1500" (DWORD, valid range is from 68 to ). Windows 2000 Web Patch According to the HTTP specs, only limited number of simultaneous connections are allowed, while loading pages.
To increase that number, you can add the following entries
to the Registry (they are not present by default): HKEY_USERS\.DEFAULT\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Internet Settings\ "MaxConnectionsPerServer"=dword:00000020 "MaxConnectionsPer1_0Server"=dword:00000020 HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Internet Settings\ "MaxConnectionsPerServer"=dword:00000020 "MaxConnectionsPer1_0Server"=dword:00000020 Note: Keep in mind that although those values work fine in most cases, they exceed the HTTP specs and therefore might cause problems with some websites. If you experience problems, just remove the entries. While these entries might improve web page loading considerably, they tend to strain webservers more and have no effect on throughput.

Dicas de Roteadores

Existem duas atividades que são básicas a um roteador.
São elas:
A determinação das melhores rotas

Determinar a melhor rota é definir por qual enlace uma determinada mensagem deve ser enviada para chegar ao seu destino de forma segura e eficiente. Para realizar esta função, o roteador utiliza dois conceitos muito importantes: o conceito de métrica e o conceito de tabelas de roteadores.

O transporte dos pacotes

Transportar os pacotes pela rede é uma função relativamente simples realizada pelos roteadores. Consiste em verificar o endereço de rede para quem a mensagem está destinada, determinar se conhece este endereço. E, por fim, traduzir para um novo endereço físico e enviar pacote.
Métrica
Definição

Métrica é o padrão de medida que é usado pelos algoritmos de roteamento para determinar o melhor caminho para um destino. Pode-se utilizar apenas um parâmetro ou vários parâmetros. A utilização de vários parâmetros permite uma melhor modelagem da métrica e uma decisão mais eficiente de qual é o melhor caminho.

Alguns parâmetros utilizados

· Tamanho do caminho
· Confiabilidade
· Atraso
· Largura de banda
· Carga
· Custo da comunicação

Tabela de roteamento

Os roteadores constroem tabelas de roteamento para realizarem as suas tarefas. Estas tabelas de roteamento contêm entradas que relacionam um determinado destino com um enlace e uma métrica. Dependento das implementações, podem apresentar mais dados, entretanto estes três são os dados essenciais.

Requisitos de um roteador

Para um roteador funcionar de forma adequada é necessário que ele faça algumas tarefas.
· O roteador deve conhecer a topologia da subrede e escolher os caminhos adequados dentro da mesma.
· O roteador deve cuidar para que algumas rotas não sejam sobrecarregadas, enquanto outras fiquem sem uso.
· O roteador deve resolver os problemas que ocorrem quando a origem e o destino estão em redes diferentes
Algoritmo de roteamento
Definição
O algoritmo de roteamento é a parte do programa de nível de rede responsável por decidir para qual linha um pacote deve ser enviado a fim de chegar ao seu destino. Todos os roteadores executam um algoritmo de roteamento.
Características desejadas em um algoritmo de roteamento
· Correção
· Simplicidade
· Robustez
· Estabilidade
· Consideração com o usuário
· Eficiência global
Algoritmo de roteamento
Características desejáveis
Correção
O algoritmo de roteamento tem de calcular rotas corretas para todos os destinos, não pode falhar para nenhum e não pode indicar uma rota inexistente. Esta é uma característica evidente que deve ser, ainda, complementada pela derivação da melhor rota. Não basta que o algoritmo descubra uma rota para um destino, é necessário que ele descubra a melhor rota possível.
Simplicidade

O algoritmo de roteamento tem de ser eficiente sem sobrecarregar a máquina. Além disso, é importante que o administrador da rede possa entender como o algoritmo é executado.
Estabilidade

O algoritmo de roteamento tem de convergir rapidamente. Convergir é ficar em um estado correto. Por exemplo, quando acontece alguma modificação na topologia da rede, as tabelas de roteamento de alguns roteadores apresentarão uma informação errada. No momento em que todos os roteadores da rede estiverem com suas tabelas certas, diz-se que o algoritmo convergiu. Quanto mais rápido for este processo, melhor.
Robustez
Uma vez que a rede entre em operação, deve permanecer assim durante anos, sem que ocorram falhas de todo o sistema. Durante este período, ocorrerão falhas isoladas de hardware e software e a topologia da rede modificar-se-á diversas vezes. O algoritmo de roteamento deve ser capaz de resolver estas modificações sem requerer uma reinicialização.

Características desejáveis

Consideração com o usuário e eficiência global

Estes dois requisitos são, de certa forma, contraditórios. Existe um compromisso entre eles. Às vezes, para melhorar o fluxo de dados na rede toda, seria necessário terminar com o fluxo de dados entre duas máquinas específicas . Evidentemente, isto prejudicaria os usuários destas duas máquinas. Desta forma a melhora da eficiência global somente seria alcançada a partir da desconsideração de alguns usuários. Um algoritmo de roteamento deve melhorar a eficiência da rede sem deixar de levar em conta os diversos usuários.
Tipos de algoritmo

· Estático ou dinâmico Estrutura plana ou hierárquica Intra-domínio ou inter-domínio Vetor de distância ou Estado do enlace
Tipos de algoritmos de roteamento
Estático

Um algoritmo de roteamento do tipo estático não baseia as suas decisões de roteamento em medidas ou estimativas de tráfego e em topologias correntes. As rotas são definidas anteriormente e carregadas no roteador na inicialização da rede.
Dinâmico

Um algoritmo de roteamento dinâmico tenta mudar as suas decisões de roteamento de acordo com as mudanças de tráfego e de topologia. A tabela de roteamento vai-se modificando com o passar do tempo. Evidentemente que este tipo de roteamento apresenta uma flexibilidade e uma eficiência em condições adversas muito maiores.
Estrutura plana

Neste tipo de algoritmo, todos os roteadores estão em um mesmo nível. As informações não são organizadas e distribuídas hierarquicamente.
Estrutura hierárquica

Neste tipo de algoritmo as informações de roteamento são organizadas hierarquicamente. Dependendo da hierarquia do roteador, a sua tabela de roteamento e a sua comunicação com outros roteadores são diferentes.
Algoritmos intra-domínio

Estes são algoritmos que são executados por roteadores de dentro de um determinado Sistema Autônomo (AS-Autonomous System). Permitem que sejam definidas as rotas para dentro da rede de uma determinada organização.
Algoritmos inter-domínios

Estes são algoritmos que são executados por roteadores que estão nos limites dos domínios. Permitem a definição das rotas que são utilizadas para a comunicação com equipamentos de fora de um determinado Sistema Autônomo.
Dois algoritmos são os mais comumente utilizados por protocolos de roteamento:

· Vetor de Distância (Distance Vector Algorithm) e
· Estado do Enlace (Link State Algorithm).

Para entender o funcionamento destes algoritmos clique nas opções abaixo relacionadas
· Vetor de Distância
· Estado do Enlace

Algoritmo de Vetor de Distância (Distance Vector)
Funcionamento

O roteador apresenta em sua tabela a rota para os roteadores vizinhos.
Em intervalos de tempo regulares o roteador envia toda a sua tabela de rotas para, e somente para, os seus vizinhos.
Após algum tempo os diversos roteadores da rede convergem (ficam com as suas tabelas completas e atualizadas).
As tabelas apresentam o endereço destino, a métrica, e o próximo roteador para onde a mensagem deve ser enviada.
Exige menos recursos de memória e processamento do que o algoritmo de Estado do Enlace.
Apresenta convergência mais lenta e alguns problemas enquanto o algoritmo não se estabilizou.

Algoritmo de Estado do Enlace (Link State)
Neste algoritmo o roteador faz as seguintes tarefas:
Descobre quem são os vizinhos e qual o estado do enlace dos vizinhos.
Mede os custos associados aos diversos enlaces que possui.
Transmite as informações sobre os enlaces para todos os roteadores da rede.
Recebe o estado de todos os enlaces da rede.
Constrói um mapa completo da rede.
Constrói o melhor caminhos para cada roteador da rede utilizando o algoritmo de Dijkstra.
Protocolos de Roteamento
Função

A função dos protocolos de roteamento é construir as tabelas de roteamento completas nos diversos roteadores de uma rede através da troca de mensagens entre eles.
Tipos

· igp (interior gateway protocol) - Estes são utilizados para realizar o roteamento dentro de um Sistema Autônomo.
· egp (exterior gateway protocol) - Estes são utilizados para realizar o roteamento entre Sistemas Autônomos diferentes.
Protocolos de Roteamento
Protocolos do tipo igp (interior gateway protocol)
· RIP (Routing Information Protocol)
· IGRP (Interior Gateway Routing Protocol)
· Enhanced IGRP
· OSPF (Open Shortest Path First)
· IS-IS (Intermediate System-to-Intermediate System)
Protocolos do tipo egp (exterior gateway protocol)
· EGP (Exterior Gateway Protocol) - este protocolo apresenta o mesmo nome que o seu tipo.
· BGP (Border Gateway Protocol)
RIP (Routing Information Protocol)
Características básicas
· Projetado como um protocolo intra-domínio (igp).
· Utiliza um algoritmo do tipo Vetor de Distância.
· A métrica utilizada é a distância da origem até o destino em número de enlaces que devem ser percorridos.
· Não permite o balanceamento do tráfego.
· A rota inatingível apresenta uma métrica igual a 16.
· Realiza atualizações a cada 30 segundos.
RIP (Routing Information Protocol)
Informações guardadas na tabela de roteamento
· endereço de destino
· endereço do próximo roteador
· interface do host a ser utilizada
· métrica da rota
· flags e timers que controlam tempos de atualização
RIP (Routing Information Protocol)
Dados transmitidos nas mensagens de atualização
· Comando (Request ou Response)
· Identificador da família de endereçoes
· Endereço destino
· Métrica
Processamento do RIP

Atualização da tabela de roteamento a cada chegada de um Response
As atualizações sempre chegam por mensagens designadas como Response. Cada vez que chega uma atualização o roteador busca na tabela a entrada correspondente e modifica se as seguintes condições forem satisfeitas:
Se a rota não existe: acrescenta 1 à métrica recebida e coloca a rota na tabela.
Se a rota já existe na tabela e apresenta métrica maior: substitui a rota atual pela que chegou com métrica menor.
Se a rota já existe na tabela e o roteador destino é o mesmo: atualiza a métrica independente se aumentou ou diminuiu.
Processamento do RIP

Características de estabilidade

Para que o algoritmo de Vetor de Distância, utilizado no RIP, funcione de forma eficiente os seguintes mecanismos de estabilidade relacionados abaixo são utilizados no RIP.
Hop-count limit
Hold-down
Split horizon
Poison reverse updates
Triggered updates - são transmitidas apenas as rotas modificadas
Processamento do RIP
Características gerais

O endereço default é referenciado pela destino 0.0.0.0.
A mensagem de Request é utilizada para que um roteador solicite a tabela de roteamento de um vizinho, ou apenas uma rota para um determinado destino.
Apresenta implementação simples, uma vez que utiliza um algoritmo simples e apenas duas mensagens.
Apresenta uma convergência lenta.
Os estados intermediários, isto é, até os roteadores convergirem, podem apresentar laços.